sexta-feira, 13 de abril de 2012

Far away

Saudade é não saber. Não saber o que fazer para controlar as lágrimas que tentam cair todos os dias, não saber o que fazer para ocupar o pensamento, não saber o que fazer para que tudo seja normal sem a outra pessoa. 



É o que sinto todos os dias. Passaram apenas 3 semanas que pareceram uma parte infinita de tempo. Nada é como antes, nada tem a mesma piada, a mesma alegria, nada me faz ser como era. Apesar de não se notar, el* é a pessoa que mais falta me faz, é a pessoa de quem tenho mais saudades. Custou despedir-me e saber que  ve-l* só acontecia dali a muito tempo, não eram dias, nem semanas, é qualquer coisa como meses. Por outro lado, a distância pode destruir/mudar alguma coisa, mas não acredito que qualquer coisa de tão forte como a nossa amizade seja destruída por tão pouco. Sim, trata-se de uma amizade, mas não uma qualquer, é a coisa mais verdadeira que já alguma vez tive. Tenho medo, mas el* todos os dias faz com que eu o vá perdendo e comece a acreditar em tudo o que queria. Não acredito em coisas para sempre, afinal a vida não é uma história... Pode vir a existir qualquer coisa que nos faça afastar, não acredito que algum dia destrua por completo, mas também não acredito que isto seja tão forte como é agora durante muito tempo. El* já cresceu e de certeza que o vai continuar a fazer. Eu também o espero fazer, mas não quero fazer alguma coisa de que me arrependa e que a possa fazer ficar desiludida comigo. Isto, (esta amizade) é tudo. El* é a minha vida, é a pessoa que mais me faz ficar feliz, apenas com uma palavra, faz com que tudo tenha sentido, com que eu não me sinta sozinha e com que tudo seja bom. As saudades não têm braços mas apertam, de dia para dia, de noite para noite, vou sentindo a falta del* e sei que um dia vou poder voltar a vê-l* e a abraçá-l* como fiz a ultima vez. Para sempre

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